domingo, 28 de outubro de 2012

"MARCIA SU ROMA"-COMEMORAÇÃO EVOCATIVA DO 90ºANIVERSÁRIO





Hoje 28 de Outubro de 2012, comemora-se o 90º Aniversário da Marcha sobre Roma.
A Marcha sobre Roma, conhecida por "Marcia su Roma", teve lugar quando, em Outubro de 1922, milhares de Fascistas Italianos vindos de toda a Itália se dirigiram para Roma,tendo-lhes sido posteriormente entregue o poder, pelo Rei Vittorio Emanuelle III.
Face ao caos instalado em Italia, após a 1ªGM, o País a pouco e pouco, sobre o comando de  Benito Mussolini, inicia em 1922, uma nova era para a Itália,(EF) atingindo o seu auge, prestígio e respeitabilidade em 1938/1939.Pode-se dizer que por esta altura, toda a Itália estava com Mussolini.
Relembro que o modelo "Fascista", foi copiado em vários Países da Europa, com as devidas adaptações a cada realidade específica, tendo em conta a História de cada País.
A partir de 1940, com a entrada em Guerra por parte da Itália, começa a decadência, e o descrédito do Fascismo, em virtude das várias derrotas militares.
Durante a Era Fascista (EF), esta data, era considerada Feriado Nacional, com manifestações patrióticas por toda a Itália.Foi também denominada uma Divisão de Camisas Negras a "Divisione CCNN 28 OTTOBRE), e que combateu em todas as frentes, desde a Etiópia, até às estepes Russas, passando pelo Norte de Africa.

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VIDEO IMAGENS  "MARCIA SU ROMA" 

  
DIVISIONE 28 OTTOBRE 


         MILICIANO "CAPO DI SQUADRA D'AZIONE" MARCIA SU ROMA (Fonte: Museo Virtuale Fratelli Sgaggero)
SQUADRISTA MARCIA SU ROMA (Fonte: Museo Virtuale Fratelli Sgaggero)

GRUPPI FEMMINILI-MARCIA SU ROMA (Fonte: Museo Virtuale Fratelli Sgaggero)









MEDALHAS ITALIANAS 1ªGUERRA MUNDIAL-UTILIZADAS NA "MARCIA SU ROMA"
                                                MILICIANOS PARTICIPANTES NA MARCHA




MEDALHAS DADAS AOS PARTICIPANTES DA "MARCIA SU ROMA"-(existem mais variantes)



CAMISA NEGRA ORIGINAL E MEDALHAS "MARCIA SU ROMA"


FEZ  UTILIZADO PELOS PARTICIPANTES DA "MARCIA SU ROMA"

CRUZ DA "MARCIA SU ROMA"

POSTAIS "MARCIA SU ROMA"


                                      DISTINTIVOS DE LAPELA  "MARCIA SU ROMA"


         FOTO DE RECORDAÇÃO DE 5 PARTICIPANTES NA MARCHA SOBRE ROMA


FASCIO  PARTICIPANTE NA MARCIA SU ROMA-EMBLEMA DE LAPELA DE SQUADRISTA



POSTAL

POSTAL

DIPLOMA DE CONCESSÃO DE MEDALHA

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

"DIVISION ESPAÑOLA DE VOLUNTÁRIOS EN RUSIA"








Boa Tarde,


Não posso deixar de assinalar um excelente livro sobre as condecorações e distintivos da Divisão Espanhola de Voluntários, conhecida pela "Divisão Azul", e que combateu na Rússia, entre 1941 e 1943-"DIVISION ESPAÑOLA DE VOLUNTARIOS EN RUSIA"-de António Prieto Barrio, e Manuel Perez Rubio.
Depois da retirada da Divisão Azul, em 1943, por ordem de Francisco Franco, alguns Espanhóis continuaram a sua luta contra o Comunismo ao lado  dos seus camaradas Alemães, e segundo consta, alguns ainda estiveram em Berlim, nos últimos combates.
Como certamente saberão umas poucas centenas de Portugueses, combateram ao lado dos Espanhóis integrados na Divisão Azul.Existem hoje, nos Arquivos Espanhóis, provas documentadas, da participação Portuguesa.
Inclusivamente foi recentemente localizado e confirmado, um voluntário Português, ainda com vida, e que participou na Batalha de Krasny Bor.

Os meus agradecimentos pessoais a Manuel Perez Rubio, que me disponibilizou e autorizou pessoalmente a publicação de algumas fotos deste interessante livro.


                    DISTINTIVOS E CONDECORAÇÕES USADOS PELOS DIVISIONÁRIOS
                                                   (Colecção Viriatos Militaria)

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 



 














sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A ÚLTIMA ENFERMEIRA DA DIVISÃO AZUL

 
 
CRISTINA ORIVE ALONSO
 
Faleceu no passado dia 26 de Setembro, com 92 anos,Cristina Orive Alonso, a última enfermeira Divisão Azul.Em toda a Divisão Azul houve 153 Enfermeiras.Esta era a última das enfermeiras que ainda se encontrava com vida.Era conhecida pela "Enfermera Guapa".Paz à sua alma.R.I.P.
 
Texto retirado do Livro de Manuel Perez Rubio " Division Espanola de Voluntários en Russia"
 
 
«Todas eran valientes. Había que serlo para ir a Rusia. La madrileña Maria Cristina de Orive Alonso se alistó como voluntaria en 1941 para servir de enfermera en la División Azul impulsada por su coraje y por su filiación falangista. Tras sobrevivir a aquellos días de acero en el Este y prestar servicio en condiciones durísimas regresó para llevar una existencia sin tantos sobresaltos y morir este verano a los 92 años. De Orive estaba considerada la última enfermera de la División Azul y en calidad de tal la incluyeron los estudiosos Pablo Sagarra, Óscar González y Lucas Molina en su libro Divisionarios (La Esfera, 2012). La antigua auxiliar divisionaria. Decía que había ido a Rusia porque tenía que acompañar a sus compañeros de pupitre que habían dejado las aulas, recalcaba, para combatir el comunismo.

 
             DISTINTIVOS E MEDALHAS USADOS PELAS ENFERMEIRAS DA DIVISÃO AZUL


                                        POSTAL DA DIVISÃO AZUL DE DIVISIONÁRIO

Las enfermeras, entre las que se incluían damas auxiliares de sanidad militar, cuerpo creado por Mercedes Milà —familia de los populares periodistas—, y componentes de la sección femenina de Falange, se instalaron al llegar a la Unión Soviética en hospitales militares donde atendieron como pudieron la avalancha de heridos y congelados (para ellos había “puestos de calentamiento”) que como una doliente riada sin fin provenía del frente. Vestían uniforme militar —diseñado por Balenciaga—. Ser enfermera en aquella despiadada guerra no era ninguna bicoca. Ambos bandos ignoraban las convenciones y liquidaban sin escrúpulo alguno al personal sanitario cuando se presentaba la ocasión. Mi tío abuelo, alférez divisionario, me explicó en cierta ocasión el episodio en que una unidad rusa se infiltró tras sus líneas y aniquiló un hospital de campaña hasta el último miembro, incluidos los heridos, cosa que ellos les hicieron pagar a los rusos atacando sin cuartel una posición enemiga al arma blanca.




Cuando las cosas se pusieron especialmente duras, De Orive (Madrid, 1919) fue trasladada con las demás enfermeras a los países bálticos y a Alemania. Estuvo en los hospitales de Porchow y Königsberg, donde ejerció hasta el verano de 1942. Entonces regresó a Madrid, donde continuó trabajando de enfermera. En 1946 se casó con Agustín Payno Mendicoague, un médico traumatólogo y divisionario como ella que había servido de sargento-médico en la 1ª Compañía de Antitanques de la división y fue incluso autor de la música de varias canciones como Gibraltar, Gibraltar, cubre tu pecho —de medallas, imagino— o el himno de su propia unidad. De Orive tuvo nueve hijos, y según los que la conocían era una gran lectora, aficionada a las plantas y a la fotografía y colaboradora de la parroquia de su barrio.» (jornal El País).