Blog dedicado a toda a iconografia e memorabília dos diversos Nacionalismos Europeus. (1926-1945)Dirige-se essencialmente a coleccionadores e curiosos desta temática bastante rica em uniformes, distintivos, e condecorações.
Abrange também o período da 1ª Guerra Mundial (1914-1918)
AVISO: Este não é um blogue de carácter politico.Pretende apenas mostrar alguns aspectos da recente História passada, sem complexos e tabus.Trata-se apenas de um espaço de carácter histórico.
Não posso deixar de assinalar um excelente livro sobre as condecorações e distintivos da Divisão Espanhola de Voluntários, conhecida pela "Divisão Azul", e que combateu na Rússia, entre 1941 e 1943-"DIVISION ESPAÑOLA DE VOLUNTARIOS EN RUSIA"-de António Prieto Barrio, e Manuel Perez Rubio.
Depois da retirada da Divisão Azul, em 1943, por ordem de Francisco Franco, alguns Espanhóis continuaram a sua luta contra o Comunismo ao lado dos seus camaradas Alemães, e segundo consta, alguns ainda estiveram em Berlim, nos últimos combates.
Como certamente saberão umas poucas centenas de Portugueses, combateram ao lado dos Espanhóis integrados na Divisão Azul.Existem hoje, nos Arquivos Espanhóis, provas documentadas, da participação Portuguesa.
Inclusivamente foi recentemente localizado e confirmado, um voluntário Português, ainda com vida, e que participou na Batalha de Krasny Bor.
Os meus agradecimentos pessoais a Manuel Perez Rubio, que me disponibilizou e autorizou pessoalmente a publicação de algumas fotos deste interessante livro.
DISTINTIVOS E CONDECORAÇÕES USADOS PELOS DIVISIONÁRIOS
(Colecção Viriatos Militaria)
Faleceu no passado dia 26 de Setembro, com 92 anos,Cristina Orive Alonso, a última enfermeira Divisão Azul.Em toda a Divisão Azul houve 153 Enfermeiras.Esta era a última das enfermeiras que ainda se encontrava com vida.Era conhecida pela "Enfermera Guapa".Paz à sua alma.R.I.P.
Texto retirado do Livro de Manuel Perez Rubio " Division Espanola de Voluntários en Russia"
«Todas eran valientes. Había que serlo para ir a Rusia. La madrileña Maria Cristina de Orive Alonso se alistó como voluntaria en 1941 para servir de enfermera en la División Azul impulsada por su coraje y por su filiación falangista. Tras sobrevivir a aquellos días de acero en el Este y prestar servicio en condiciones durísimas regresó para llevar una existencia sin tantos sobresaltos y morir este verano a los 92 años. De Orive estaba considerada la última enfermera de la División Azul y en calidad de tal la incluyeron los estudiosos Pablo Sagarra, Óscar González y Lucas Molina en su libro Divisionarios (La Esfera, 2012). La antigua auxiliar divisionaria. Decía que había ido a Rusia porque tenía que acompañar a sus compañeros de pupitre que habían dejado las aulas, recalcaba, para combatir el comunismo.
DISTINTIVOS E MEDALHAS USADOS PELAS ENFERMEIRAS DA DIVISÃO AZUL
POSTAL DA DIVISÃO AZUL DE DIVISIONÁRIO
Las enfermeras, entre las que se incluían damas auxiliares de sanidad militar, cuerpo creado por Mercedes Milà —familia de los populares periodistas—, y componentes de la sección femenina de Falange, se instalaron al llegar a la Unión Soviética en hospitales militares donde atendieron como pudieron la avalancha de heridos y congelados (para ellos había “puestos de calentamiento”) que como una doliente riada sin fin provenía del frente. Vestían uniforme militar —diseñado por Balenciaga—. Ser enfermera en aquella despiadada guerra no era ninguna bicoca. Ambos bandos ignoraban las convenciones y liquidaban sin escrúpulo alguno al personal sanitario cuando se presentaba la ocasión. Mi tío abuelo, alférez divisionario, me explicó en cierta ocasión el episodio en que una unidad rusa se infiltró tras sus líneas y aniquiló un hospital de campaña hasta el último miembro, incluidos los heridos, cosa que ellos les hicieron pagar a los rusos atacando sin cuartel una posición enemiga al arma blanca.
Cuando las cosas se pusieron especialmente duras, De Orive (Madrid, 1919) fue trasladada con las demás enfermeras a los países bálticos y a Alemania. Estuvo en los hospitales de Porchow y Königsberg, donde ejerció hasta el verano de 1942. Entonces regresó a Madrid, donde continuó trabajando de enfermera. En 1946 se casó con Agustín Payno Mendicoague, un médico traumatólogo y divisionario como ella que había servido de sargento-médico en la 1ª Compañía de Antitanques de la división y fue incluso autor de la música de varias canciones como Gibraltar, Gibraltar, cubre tu pecho —de medallas, imagino— o el himno de su propia unidad. De Orive tuvo nueve hijos, y según los que la conocían era una gran lectora, aficionada a las plantas y a la fotografía y colaboradora de la parroquia de su barrio.» (jornal El País).
Hoje vou-vos falar de mais um livro...um livro interessantíssimo sobre a Batalha de Aljezur.
Tive a sorte, de recententemente ter passado em Aljezur, onde me lembrei de ir procurar este livro.
Desloquei-me ao posto de Turismo, o qual tinha uma pequena vitrine com as duas edições do livro, bem como algumas peças do avião Alemão, que foram recuperadas na altura da destruição do aparelho.
Perguntei pelo livro, ao qual me foi informado de que o mesmo estava esgotado (já vai na 2ªEdição), e que deveria procurá-lo na Junta de Freguesia de Aljezur.Assim fiz.Encontrei o livro, pelo qual paguei 7,50 Eur, um preço bom, para quem gosta de ler este tipo de histórias.
Para quem quiser comprá-lo terá pois que contactar a Junta de Freguesia de Aljezur através deste endereço de e-mail geral@jf-aljezur.pt.
«Passava pouco das nove da manhã. Apesar da superioridade numérica, os
bombardeiros da Luftwaffe, mais pesados e lentos, lutaram para sobreviver. A
batalha aérea durou quase uma hora. "A dada altura, os quadrimotores alemães
iniciaram a fuga para norte largando algumas bombas [para conseguirem ganhar
velocidade e manobralidade], parte das quais explodiram. Na Atalaia, perto de
Aljezur, um dos Focke-Wulf terá ficado para trás e, num voo rasante e
audaz, foi atingido por baixo, no depósito de combustível por um dos pequenos e
rápidos caças britânicos, incendiando-se em seguida." Outro aljezurense,
José Catarino, conta: "Quando o avião alemão se aproximou do posto [da Guarda
Fiscal, hoje abandonado] da Atalaia, caiu antes de lá chegar. Já ia
tudo descontrolado, a arder por todos os lados". No embate, o Focke
Wulf explode, fazendo arder o mato à sua volta. Segundo o mesmo testemunho, o
caça britânico que o abateu sobrevoava o local, aparentemente fotografando o
avião abatido. José Catarino procura imagens na memória de mais de meio século: "O avião ficou
partido em dois pedaços. Ficaram duas granadas cá em cima [da falésia]. Outra
rebolou lá para baixo, para o laredo. E depois começou o pessoal então a ver
corpos que se foram esquivando pelas asas. Corpos já todos
queimados".
Ao todo, sete. As
campas, no cemitério de Aljezur, ostentam os seus nomes gravados nas cruzes
militares. Já depois da Guerra, durante anos, foram cuidadas pelos militares
alemães estacionados na base aérea de Beja. Por pouco o enterro não foi
perturbado por uma ausência de peso: a do coveiro. "Mestre" Pedro Afonso, no
meio de toda a confusão de fuselagem retorcida, no local da queda do aparelho,
encontrou um coelho morto numa moita, vítima inadvertida. Ao comê-lo, "ia
morrendo". Esta é outra das histórias que os mais velhos ainda lembram, com um
misto de divertimento e seriedade.
DISTINTIVOS DA LUFTWAFFE-PILOTO AVIADOR (esq);RADIO OPERADOR (dir)
BARRETE DE MEDALHAS (cruz de Ferro II Classe,4 anos de antiguidade LW,Legion Condor/Cruz Vermelha,Legion Condor/Medalha da Vitória)
Estes distintivos eram certamente usados pelos aviadores Alemães que faleceram em combate.
O Século do
dia seguinte refere que "(…) a bordo de barcos de pesca portugueses, como a
traineira Valha-nos Deus , os tripulantes tiveram que deitar-se no convés, por
causa das rajadas de metralhadora, pois os aviões voavam muito baixo". Uma
missiva confidencial, datada de 14 de Julho desse ano, e enviada pelo Ministério
da Marinha ao seu representante máximo, não deixa dúvidas quanto ao conhecimento
do governo português da batalha aérea: "Na manhã de Sexta-feira, 9 de Julho de
1943, quatro aviões alemães apareceram na costa ocidental algarvia, três dos
quais sobrevoaram Sines (conforme comunicação do posto de lá) às nove e dez
minutos, a baixa altura, de sul para norte, largando bombas de profundidade
junto à costa, provavelmente por virem perseguidos por aviões aliados". No fim
concluía: " Possivelmente deste grupo de aviões faria parte o que caiu em
Aljezur...".
Na tarde do próprio
dia do combate aéreo, os corpos dos malogrados aviadores são levados para a
Igreja Matriz de Aljezur, numa carreta de bois. Ainda a 9 de Julho chega à vila
o adjunto do adido aeronáutico da embaixada alemã em Lisboa, Karl Spiess. No dia seguinte, cerca do meio-dia, tiveram lugar as cerimónias
fúnebres, com uma extensa comitiva luso-germânica, vinda expressamente da
capital.
Após os
funerais, especialistas da Força Aérea portuguesa deslocaram-se à Atalaia para
fazer explodir as quatro bombas de 250 quilos cada, miraculosamente
intactas. Conta quem se lembra, que foram precisos dois quilómetros de cabo
para as detonar em segurança. A cratera de uma das explosões ainda é visível na
Atalaia.
«Segundo José Marreiros, da Associação de Defesa do Património Histórico e arqueológico de Aljezur, a batalha começou quando quatro caças alemães tentavam interceptar um "comboio" de 25 navios aliados, que navegava ao longo da costa vicentina em direcção ao Norte de África, escoltado por dois aviões "spitfire" ingleses.Um dos caças alemães (os outros conseguiram escapar) acabaria por ser atingido, incendiando-se e explodindo no ar, antes de se despenhar sobre uma falésia no sítio da Parede, próximo da Ponta da Atalaia e junto à praia da Arrifana, onde se ergue um memorial em homenagem às vítimas. De acordo com José Emídio, logo a seguir começou a "romaria" ao local do acidente, do qual apenas restaram intactas quatro grandes bombas de cerca de 250 quilos cada uma, detonadas artificialmente por especialistas.
"Houve muita gente que foi lá buscar peças do avião para as vender na sucata", recorda, acrescentando haver também quem usasse balas retiradas do local nos cintos, como recordação.
Os sete soldados que tripulavam o avião foram sepultados com honras de Estado no cemitério de Aljezur - onde as campas ainda se mantêm impecavelmente arranjadas -, num funeral a que assistiram quase todos os cerca de 6.000 habitantes da vila.
Adolf Hitler viria mesmo a condecorar quatro personalidades portuguesas - entretanto já falecidas - com a cruz de mérito da águia alemã, num acto de reconhecimento do auxílio prestado na recolha e enterro dos aviadores.
Apesar de noticiada na imprensa da época, a batalha de Aljezur foi "completamente abafada" pelas autoridades, conforme conta José Marreiros, que realça ainda a existência de um faroleiro que serviria alegadamente os alemães sem o conhecimento da Marinha Portuguesa.
"Havia um faroleiro que informava via rádio a legação germânica em Lisboa de todas as movimentações dos aliados ao longo da costa algarvia", afirma, o que pode explicar a rapidez no ataque ao comboio aliado, já que os alemães tinham uma base no Sul de França.
O certo é que até hoje a batalha deAljezur persiste na memória daquele povo, que velou os corpos dos sete tripulantes mortos como se de conterrâneos seus se tratasse. As campas, no cemitério de Aljezur, ostentam os seus nomes gravados nas cruzes militares. Já depois da Guerra, durante anos, foram cuidadas pelos militares alemães estacionados na base aérea de Beja. »
Não nos roubarão a esperança é o título do mais recente romance de Júlio Magalhães. Depois dos anteriores bestsellers, o jornalista e escritor Júlio Magalhães leva-nos até ao cenário da Guerra Civil Espanhola para nos contar a história de dois portugueses, dois irmãos, sangue do mesmo sangue, separados por convicções diferentes. Duarte e Pedro, que partem para o país vizinho, para combater em diferentes lados da barricada. Um ao lado dos nacionalistas e o outro dos republicanos. Contudo, para além da violência e do drama do conflito, estes dois irmãos irão encontrar o amor.
Poderá o amor nascer em tempo de guerra? No Portugal de
Salazar e nos tempos conturbados da guerra civil espanhola, Miguel Oliveira,
voluntário português ao serviço das tropas nacionalistas de Franco, é feito
prisioneiro pelos republicanos, depois de o seu avião ter caído nos arredores de
Barcelona. Um feliz golpe de sorte salva-o de um julgamento sumário e de uma
morte certa por fuzilamento. Será trocado por um oficial republicano, perto de
Madrid. Miguel inicia uma longa viagem de automóvel que o vai levar de Barcelona
a Madrid num território pejado de perigos. Será durante essa intensa viagem que
ele conhecerá e se apaixonará por Dolores, a jovem republicana responsável por
levá-lo à capital espanhola. Outrora uma defensora ardente da República, Dolores
está nos finais da guerra, cansada de ver tanta morte e destruição. Para sua
grande surpresa e sem nunca abandonar os seus ideais, a jovem republicana
encontrará em Miguel um bom confidente e até um protetor. Tendo como pano de
fundo a violenta paisagem desenhada pela guerra civil, Não nos roubarão a
esperança, narra o nascimento de um grande amor que terá de provar ser mais
forte do que o ódio.
Junho de 1938.
Arredores de Barcelona.
Duarte abriu os olhos e levou alguns segundos a
distinguir o que estava à sua volta.Um
bando de crianças sujas e mal vestidas olhava para ele tentando disfarçar o
medo.O piloto levou a mão à testa e
sentiu o sangue antes de o ver.Uma dor
terrível apertava-lhe o pé esquerdo, ou talvez o direito.Tudo naqueles primeiros instantes lhe parecia
confuso.Na sua cabeça uma imagem
repetia-se.O fumo e as chamas que saiam
do grande motor do avião, o chão a aproximar-se e os gritos do seu
copiloto.Depois de um violento embate
contra um terreno seco tudo ficou, subitamente, estranho.Não conseguia lembrar-se de mais nada.Até aquelas crianças ranhosas e desdentadas
não faziam sentido para Duarte.Que raio
estavam ali a fazer?Onde estava o seu
avião?Olhou para trás e sentiu, mais do
que viu, os restos esventrados do seu aparelho italiano com o fogo a consumir a
madeira que lhe dava forma.Mais ao
longe, ainda altivo, o motor rodeado por chamas.
Quis levantar-se, mas o pé não o deixou.Soltou um grito de dor.As crianças assustaram-se com o grito e
recuaram uns passos tímidos.Aos poucos
foram perdendo o medo e voltaram a aproximar-se do piloto português.Duarte podia, agora, ver com um pouco mais de
detalhe as seis ou sete crianças que o rodeavam.
Porque tinham elas espingardas nas mãos?Duarte esforçou-se para focar a imagem tanto
quanto lhe deixava aquela maldita dor na cabeça mesmo por cima dos olhos.Sobressaltou-se.As crianças tinham mesmo armas e estavam
apontadas a ele?Bastaram mais uns
segundos para Duarte perceber que era tudo a brincar.
As espingardas eram de pau.A fingir.Sem saber como, Duarte encontrou forças para sorrir.
Uma das crianças, mais afoita, aproximou-se com a
sua arma a fingir em punho.Encurvou-se
ligeiramente para apontar a sua espingarda faz-de-conta ao corpo deitado do
piloto.Não devia ter mais de 8 anos e
uma cara marcada por sardas.A criança
fechou a boca e franziu o sobrolho para tentar encontrar a cara mais terrível
que conseguisse.Se a espingarda era
falsa, a sua voz era verdadeira e o ódio com que disse aquela curta frase
assustou Duarte:
- Pum!Estás morto, fascista dum filho da puta!"
(Pré-publicação de um excerto do primeiro capítulo
do livro “Não Nos Roubarão a Esperança”, de Júlio Magalhães, publicado na
revista Tentações na edição 430 da revista Sábado)
Após um intervalo para férias, volto novamente às publicações, e como hoje é dia 2 de Setembro, não poderia deixar de publicar, algo alusivo à declaração de Guerra que a Grande Bretanha, e a França, endereçaram aos alemães, após a Invasão da Polónia, por parte de Hitler, precisamente amanhã no dia 3 de Setembro, de 1939.
Iniciava-se assim a Guerra mais mortífera de todos os tempos..deixando marcas para sempre, e que ainda hoje se sentem, por essa Europa fora.
Não querendo discutir a Invasão Alemã, contudo não posso deixar de perguntar, porque é que os Franceses e os Ingleses, não declararam também guerra aos Soviéticos, após estes terem invadido a Polónia,(pela fronteira leste) no dia 17 de Setembro?...
Relembro que os soviéticos já tinham invadido os Países Bálticos, e a Bessarábia...logo em termos de ocupações, não se distinguiam dos Nazis...
VIDEO POLACO
DECLARAÇÃO DE GUERRA DE CHAMBERLAIN
DISCURSO DE HITLER SOBRE A GUERRA NA POLÓNIA
POLIZEI,HEER ARTILLERIE,LUFTWAFFE
BIVAQUES DE UNIDADES ALEMÃS UTILIZADOS NA CAMPANHA DA POLÓNIA
AS UNIDADES DA POLIZEI E DAS WAFFEN SS POLIZEI, FORAM PARTICULARMENTE ACTIVAS NA CAMPANHA DA POLÓNIA
Já lá vão uns meses em que publiquei a "biografia" do último Viriato do Ar.Foi em Fevereiro.
Segue-se hoje a de "Henriques da Cunha" (1916-1947).
Procedente do primeiro curso de cabos-pilotos organizado em Portugal, incorporou-se como voluntário na aviação do Glorioso Movimento Nacionalista de Espanha.
JUNKERS 52 NACIONALISTAS
Esteve colocado cerca de um ano na II Brigada do Ar designadamente nos Grupos de Bombardeamento 1-G22 e 9-G18 respectivamente do comando de D.António Gallego de de D.Joaquim Reixa Mestre, em operações nas frentes de Castellon,Extremadura e do Ebro.
Os Grupos referidos estavam equipados com aviões pesados Junkers 52, e Savoia 79.
SAVOIA 79 NACIONALISTAS
Executou 40 Bombardeamentos (130 horas) encontrando por vezes forte reacção da Artilharia antiaérea e da caça Inimiga.Faleceu em 1947.
Comemora-se hoje,dia 18 de Julho, o 76ºAniversário do "ALZAMIENTO", em que os Nacionalistas Espanhóis,ao revoltarem-se contra a República Espanhola, iniciaram uma das guerras que se tornou uma das mais fratricidas de todos os tempos: A guerra Civil de Espanha.(1936-1939)
Para comemorar o Alzamiento e a vitória, foi distribuida aos participantes quer directos ou indirectos esta medalha.Crê-se que foram distribuídas/vendidas cerca de pouco mais de 3 milhões de medalhas, tornando-a bastante comum.
Nada como lermos em "castelhano" para aprendermos mais alguma coisa sobre esta medalha....
Aos Portugueses Viriatos também lhes foram conferidas a "Medalha do Alzamiento".Igualmente aos Italianos.Quanto aos alemães da Legion Condor...não tenho qualquer referência até ao momento, mas é natural que também tenha sido conferida.
Medalla del Alzamiento y Victoria.
«Medalla conmemorativa de caracter
propagandístico instituida en 1939 en categoria de plata y bronce, con la
finalidad de recaudar fondos.
Medalla circular, Anverso Alegoría de la
Victoria alada sobre un yugo y flechas que amanecen en el fondo, en la parte
inferior inscripcion 18 JULIO 1936 ALZAMIENTO. Reverso tres soldados desfilando,
en alegoria a las Fuerzas Nacionales, soldado, falangista y requeté, con la
inscripción 1 ABRIL 1939 VICTORIA.
Cinta con los colores de la badera
Nacional, rojo y gualda dentro de un pasador metalico.
Es una medalla muy
comun, tanto en militares como en civiles.»
«Medalla Propagandística de Auxilio Social de la Sección
Femenina, Conocida como Medalla del Alzamiento y Victoria. de carácter propagandístico instituida en 1939
en categoría de oro ,plata (Plata de ley lleva el contraste de plata estampado
en la parte superior del anverso) y cobre, con la finalidad de recaudar
fondos para el mantenimiento de los comedores durante y después de la guerra
civil. Se dio a los que contribuyeron con dinero a esta obra de la Sección
Femenina de Falange. Se
fabricaron tres millones de unidades en cobre ,tres mil en plata ,y 30 en
oro.
Es una
medalla muy comun, tanto en militares como en civiles, por lo visto se
la conocía entre la gente común como " la medalla del tranviario " porque
la llevaba todo el mundo. Echa
por el escultor julio vicent Su modelo para la Medalla conmemorativa del
alzamiento fue premiado en el Concurso Nacional celebrado en Burgos en
1939.»
video sobre o Alzamiento-Propaganda Italiana (Nacionalista)
Durante todo el periodo del Franquismo, el así llamado Glorioso Alzamiento Nacional[1] fue uno de los temas favoritos de la historiografía, la propaganda y la iconografía gubernamentales. El Alzamiento del 18 de julio estaba considerado como el momento fundacional del régimen y el inicio del Movimiento Nacional.
Se le daba tal importancia a la fecha como hito fundacional del régimen que eran frecuentes en discursos, declaraciones y artículos las referencias al espíritu del 18 de julio como sinónimo del núcleo más profundo e importante de la ideología franquista. En los últimos años del régimen y los primeros años de la Transición Española era habitual por parte del aparato del régimen y de sus partidarios hablar del «espíritu del 18 de julio» para oponerse a las propuestas de reforma y apertura política. A las primeras elecciones democráticas celebradas en 1977 se presentó una coalición post-franquista o neofranquista denominada Alianza Nacional del 18 de Julio. La expresión sigue siendo un sinónimo de la ideología franquista usado en foros de Internet, artículos periodísticos y páginas web de nostálgicos del régimen, aunque otras veces se usa para indicar el clima de confrontación y violencia de aquellos días de 1936.
Especialmente importante dentro del esquema propagandístico del régimen era el adoctrinamiento de las nuevas generaciones, por lo que desde la educación elemental hasta el bachillerato se explicaba y exaltaba el Alzamiento haciendo siempre hincapié en las mismas ideas, adaptadas a cada edad. Algunas de dichas ideas eran:
El Alzamiento fue el levantamiento de la verdadera España contra la anti España encarnada en la República, los separatismos y los movimientos obreros. Para la propaganda franquista no eran unos españoles los que se levantaban contra otros españoles, sino que era España misma, su esencia histórica, la que se levantaba contra sus enemigos y en particular, contra el comunismo internacional.
«España (...) no toleró la vil injuria (...) aceptó el reto y se puso en pie; aprestándose a la defensa de su honor histórico».[2]
«(...) muchos españoles, engañados por propagandas extranjeras habían sido engañados por estas ideas y servían de ciego instrumento (...). Los crímenes (...) se producían en todo momento, obedeciendo órdenes de Moscú».[3]
El objetivo del pronunciamiento era salvar a España, es decir, los valores conservadores que los golpistas consideraban los propios de España, incluyendo el catolicismo, de ahí la denominación de Cruzada Española.
«los ideales del glorioso Alzamiento Nacional fueron: la defensa de la civilización cristiana y patria; el restablecimiento del orden; la mejora del obrero y de las clases humildes; la propagación de la cultura hispana y la repulsión de las doctrinas marxistas y comunistas. Ha devuelto a España su tradicional sentido religioso, anulando la obra sectaria y masónica de la República».[4]
«Al levantamiento militar le llamó Movimiento Nacional, movimiento de salvación de España, Santa Cruzada en defensa de la Fe y de la Patria».[2]
La amenaza de revolución comunista y la violencia imperante hicieron inevitable el Alzamiento.
«(...) pesaba sobre España la terrible amenaza de una revolución comunista, con la cual se pretendía, bárbaramente, hacer de nuestro pueblo un esclavo de Rusia».[3]
«(...) ante todo este maremágnum, el Ejército (...) tiene la sagrada obligación de intervenir cuando lo que peligra es el ser mismo de la Patria».[3]
Los alzados eran conscientes de que estallaría una guerra terrible, pero su deber patriótico les obligó a salvar a España
«(...) aun sabedores del dolor que la guerra supone, no titubearon en producirlo. (...) Es lo mismo que cuando una persona necesita una operación (...) y son, precisamente, aquellos que más le aman quienes le llevan al cirujano».[3]
Francisco Franco, como fiel intérprete de la voluntad de la nación, tuvo un papel fundamental en la gestación de la sublevación y fue desde el primer momento su líder indiscutible
«El general Franco, de brillantísima e intachable historia, se puso al frente del Ejército y empezó la Guerra de Liberación de España».[4]
«El Africano, el soldado, el legionario Franco, había sabido oír la voz rebelde de una juventud ilusionada y se convertía en su caudillo un 18 de Julio (sic) de 1936».[3]
«Durante los primeros meses de la guerra, Franco luchó como un general más; pero todos adivinaron en él al caudillo salvador de España».[3]
La conmemoración del 18 de julio
Aunque el pronunciamiento comenzó el 17 de julio en el Protectorado Español en Marruecos, fue al día siguiente, 18 de julio, cuando se extendió al resto del territorio nacional. Por ello el día designado para la conmemoración anual del Alzamiento Nacional era el 18 de julio.
El 18 de julio fue declarado fiesta nacional y siguió siendo durante toda la dictadura y hasta el año 1977.[5] Se celebraba con numerosos actos conmemorativos y festivos en todo el país y los trabajadores recibían ese día una de las pagas extra a que tenían derecho y que era conocida como «paga del 18 de julio».
Las actividades eran numerosas y variadas e incluían recepciones oficiales en los Gobiernos Civiles de cada provincia. Eran frecuentes las misas (aunque nunca fue una fiesta de precepto religioso) a las que acudían las autoridades, dianas, desfiles militares, bandas de música, programación especial en radio y televisión.
El día 20 de febrero de 1943 se ordenó que el 18 de julio de cada año se celebrase por el Frente de Juventudes en toda España el «Día del Valor»
«(...) porque es, en la Historia de España, cuando más claramente se manifiesta, colectiva y entusiásticamente, la virtud noble que impulsa a acometer grandes empresas: el valor».[3]
En casi todas las ciudades y pueblos importantes existió una calle, avenida o barrio con el nombre de 18 de julio. Muchas otras calles llevaban nombres de los protagonistas del golpe. También hubo hospitales, colegios, etc. con nombres relacionados.